Como se já não bastasse ter passado praticamente as férias inteiras em casa, quando finalmente saio acontecem verdadeiros desastres. Feliz, contente e com apenas R$ 40,00 em mãos, essa que vos fala foi ao shopping da cidade aumentar seu estoque de livros. Acontece que os que eu procurava só estavam disponíveis para encomenda. Para completar minha infelicidade, fiquei presa dentro do ônibus.

Ok, eu sei que meus sofrimentos não são o que realmente interessam a vocês. Partindo finalmente para o que interessa, consegui o milagre de comprar três — isso aí, TRÊS — livros com o dinheiro que tinha disponível. Um viva para mim o/. Com isso, no final das contas, quase — e eu disse quase — valeu à pena passar por tanto sufoco.

E os livros são:

O Morro dos Ventos Uivantes – Se você está pensando: “Ah, o tão falado livro que Edward e Bella amam” acertou. Este foi único romance da escritora britânica Emily Jane Brontë. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX, época em que foi lançado.
É emocionante ver o quanto os protagonistas são verdadeiramente ligados, e a obra, com seu romance apaixonado e ambiente sombrio, nos passa um pouco de mistério conforme vamos lendo. O amor de Catherine e Heathcliff, apesar de complicado e imperfeito, ainda é digno de ser lembrado e apreciado.

Razão e Sensibilidade – Bem, confesso que me surpreendi um pouco com este. Já tinha assistido ao filme antes,então acreditava que não haveria nada de mais nele. Acabei confimando mais uma vez minha teoria de que os livros são no mínimo duasvezes melhores que as séries/filmes.
É a história de duas irmãs, Elinor e Marianne, respectivamente a “racional” e a “sensível”, que em razão do falecimento do pai têm de se adaptar a um estilo de vida mais modesto em meio a uma sociedade inteiramente dirigida pelo status social.

Orgulho e preconceito –

O que dizer desse aqui? Um clássico do tipo obrigatório. Aqui vai a sinopse:
“Orgulho e Preconceito (1797) é a obra mais conhecida da autora. Jane Austen mostrou como o amor entre os protagonistas era capaz de superar barreiras de orgulho e preconceito, a diferença social entre eles e o escasso poder de decisão concedido à mulher na sociedade da época.A crítica veio a considerá-la a primeira romancista moderna da literatura inglesa.”