TAG é um negócio divertido, né, gente? Bem, pelo menos eu adoro. A escolhida da vez para vir ao ar no Último Romance foi criada pelo Bruno Miranda, do Minha Estante, e consiste em escolher um livros com características opostas de acordo com os tópicos pré-determinados. O Bruno respondeu as perguntas em vídeo (é bem legal, vale conferir!), mas por aqui tudo será feito por escrito mesmo. Quem sabe eu ainda não tomo coragem para criar um canal para o blog? A esperança é a última que morre!
Confira minhas escolhas:
1. Primeiro livro da sua coleção / Último comprado

  
“Vito Grandam” é o vovô das minhas estantes. Ele não inciou minha loucura por livros, mas foi o primeiro que li completamente sozinha e gostei. A paixão mesmo só começaria um ano depois, com “Harry Potter e a pedra filosofal”.
Meu último investimento em livros foi “O trono das sombras”, volume final da Trilogia do Reino. “O falso príncipe” ainda desbanca os sucessores com o pé nas costas, mas fica a saudade. Só lamento pelo compromisso de ler com calma para adiar o fim ao máximo que, é claro, não consegui cumprir. Terminei de ler no mesmo dia da compra.
2. Um que você pagou barato vs. Um que pagou caro
 
“Nove plantas do desejo e a flor de estufa” é, até hoje, o livro mais barato que já comprei na vida.: R$ 2. Mais barato do que uma casquinha decente no McDonalds. Depois ainda me perguntam por que faço tanta propaganda da Bienal.
Situações extremas pedem atitudes extremas. Desembolsei R$ 60 por “Eona” por motivos de: tinha acabado de ler “Eon” e não sabia como continuar com a vida sem ter a continuação. Se eu sabia que poderia comprá-lo online por metade do preço? Sim! Ainda assim, corri numa livraria e resolvi a situação em menos de 20 minutos. Não há calmante que me fizesse aguentar 15 dias pela entrega pelos Correios.
3. Com protagonista homem vs. Com protagonista mulher

 
O que “Prince of thorns” tem de visualmente lindo tem também de espetacular no conteúdo. E olha que se trata de um livro em capa dura, com toque aveludado, páginas diferenciadas e tudo o que se tem direito. Recomendo!

“A filha do sangue” é uma dark fantasy excelente. Esse livro entra na lista porque estou aqui fazendo meu máximo para não arrancar cada fio de cabelo na minha cabeça enquanto espero pela continuação, que sai novembro. É triste como um mês pode parecer ao mesmo tempo tão perto e tão longe.

4. Leu bem rápido vs. Demorou para ler



 

“O verão que mudou minha vida” é uma daqueles livros adolescentes que parecem um filme da Disney que deu certo. Leve sem ser banal, é leitura para uma tacada só.

Por algum motivo ainda não identificado claramente, “Correr ou morrer” não vem funcionando bem para mim. Ainda não consegui terminar, mas tampouco desisti. Venho lendo de pouquinho em pouquinho na esperança de entrar num clima bom em que a leitura finalmente flua.

5. Um livro com capa bonita vs. Um com capa feia

A capa de “Ari e Dante” consegue me passar ao mesmo tempo serenidade e profundidade. O encanto não passou até hoje, meses depois de vê-la pela primeira vez. Por outro lado, a capa de “Entre mundos” é uma judiação. Isso também não me sai da cabeça. A coisa saiu tão tensa que a própria garota na capa parece viver um momento shame on me. Olha ali aquela mãozinha tapando o rosto que não me deixa mentir.

6. Um livro brasileiro vs. Um livro internacional


 
Ando dando uma rebolada para terminar todos os livros da lista do mês. Estão aí minhas duas leituras atuais: “Fortaleza negra”, da carioca Kel Costa, e “A última chance”, da autora best-seller Karen Kingsbury.


7. Um livro mais fino vs. Um mais grosso


Com apenas 128 páginas, “Nada” é o menor livro na minha lista de pendências de leitura, enquanto “Outlander” está no outro oposto da mesma lista de espera, com 800 páginas.


8. Um livro de ficção vs. Um de não ficção


 

Costumo dizer que “Os garotos corvos” é, de todos os livros da Maggie Stiefvater, o que mais tem a cara dela. Ele é  uma verdadeira viagem, louco até quando encarado como ficção. Tudo no melhor sentido da palavra, claro. Isso faz parte do charme ♥

A história de “Amor até debaixo d’água” é real, mas passaria tranquilamente por ficção. O livro é encantador, assim como seus personagens. Só de citá-lo aqui dá vontade de reler.

9. Um livro meloso vs. Um livro de ação

 
“Dançando sobre cacos de vidro” tem uma história bonita. O problema está no exagero. Muita intensidade, muito drama… O ministério da saúde adverte.
Para fechar a tag, o ápice da minha experiência com a trilogia Divergente. Para mim, a leitura dos três livros valeu a pena pelas páginas cheias de angústia e ação de desse segundo volume. Saudades dos dias de “Insurgente”.